Anexos: 03 Relatórios
Relatório passado no Quartel do Comando do Distrito Militar do Baixo Paraguay em Corumbá.
Anexo: 01 Ofício
Anexos: 02 Ofícios
Anexos: 04 Ofícios
Anexo: 01 Ofício
Documento incompleto
Anexo: 01 Quadro (Mapa) Demonstrativo
Anexos: 02 Quadros Demonstrativos
Anexo: 02 Ofícios
Anexos: 12 Ofícios
Anexo: 03 Ofícios
Anexos: 06 Ofícios
Anexo: 01 Ofício
Anexos: 04 Ofícios
À direita, o portão de entrada de uma casa em estilo Classicismo de cujo jardim vê-se uma palmeira imperial. A partir desse ponto, vê-se, em baixo, detalhe do rio Paraguai e, à esquerda, em segundo plano, um navio ancorado. A mão, sobre o negativo, lê-se, na parte superior, “Corumbá MT” e, na parte inferior, “Abr. 39”.
Vista aérea do Porto de Corumbá em que se veem ruas de chão, barracões, casarões e detalhe de curvas do rio Paraguai. Acima da foto, a tinta preta, lê-se “Corumbá MT”, e, abaixo, “Porto fluvial Abr. 39”.
Vista aérea de Corumbá, de onde se vislumbra a cidade, em primeiro plano, e, em segundo plano, o rio Paraguai e suas curvas. A mão, sobre o negativo, lê-se, na parte superior: “Corumbá MT” e, na parte inferior, “Vista da cidade Abr. 39”.
Vista aérea de Corumbá em que se veem trechos de ruas, telhados de casas e outros prédios e veículos. Na frente, no canto inferior direito, nota-se um carimbo em alto relevo em formato circular, em que se lê: “FOTO CUNHA CORUMBÁ – M.T. ”
Trecho da Ladeira da Candelária, em cujo lado esquerdo veem-se um terreno muretado e árvores ornamentais sobre a calçada; à esquerda, na esquina, um senhor volta-se para uma senhora sob a sombra de um Sete-Copas. Mais atrás, ao centro da fotografia, uma criança atravessa a rua em direção a uma senhora em pé, esta a conversar com um homem sentado à porta da casa e sob a sombra de uma árvore. Ao fundo, à esquerda, vê-se o campanário da Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelária.
Em frente ao gradil de um jardim público, perfilam-se oito automóveis de diferentes modelos, e um fora do alinhamento, à direita. Posam com um dos pés sobre um dos pneus ou sobre o pára-choque dianteiro ou alinhando-se ao lado do veículo seus respectivos proprietários: vestidos com terno e calças brancos e chapéus variados – destacando-se um que traz o paletó aberto mostrando o colete escuro. Ao fundo, o gradil e o jardim, e dentro deste o transformador, à esquerda.
Do rio Paraguai, surto no porto de Corumbá, o monitor “Paraguaçu”, vista de estibordo. Escrito a mão sobre o negativo, lê-se: “Monitor ‘PARAGUASSÚ’ no Porto// de Corumbá Máto Grosso”.
Às margens do rio Paraguai, uma fila de dezenas de homens trajando terno e outra dezena de militares (entre Armada e Exército) identificados pelo uniforme. Ao fundo, à direita, mais observadores, tendo atrás de si área arborizada, e, à esquerda, destacam-se entre os observadores três meninos, depois se vê a ponte da Alfândega, detalhe de uma embarcação e o rio Paraguai. Em baixo relevo, na parte inferior direita, nota-se um carimbo, onde se lê: “CASA ALLEMÃ// DELAMARE-80B//CORUMBÁ”.
Em um laboratório de ciências, à esquerda, vê-se um mostruário cujo sob o vidro destaca-se uma aranha além de outros materiais laboratoriais químicos; à direita, detalhe de duas fileiras de cadeiras com assentos retráteis coladas lado a lado; em segundo plano, à direita do mostruário, uma bancada com vidraçaria utilizada para experiências químicas; mais à direita, um armário de madeira e vidro com recipientes etiquetados dentro e em cima mais equipamentos de laboratório químico, além de algo que se assemelha a um antigo dínamo de indução magnética; à direita, após uma haste branca, outro armário de madeira e vidro com um esqueleto dentro e em cima outros instrumentos pedagógicos de ciência. O piso da sala é ladrilhado em quadriculado e as paredes são caiadas do teto até a metade a partir de onde recebem uma tinta escura; na parede da esquerda, vê-se um retrato do ex-presidente da República Campos Sales, na parte caiada, e um quadro negro abaixo deste. Próximo ao canto superior direito, a caneta azul, lê-se: “4”; no canto inferior direito, bastante discreto, um carimbo em alto-relevo em que se lê em fonte Art déco: “ORIENTE STUDIO/ KATAYAMA/ CAMPO GRANDE”.
Fachada em Art déco “Sertanejo”. São duas janelas retangulares com bandeiras em vidros separadas por uma porta de madeira. Estão “enterradas” em paredes espessas, marcadas nas extremidades e entre si por “pilares” decorativos que alcançam, no topo da platibanda, . Na platibanda, dividido entre os “pilares”, lê-se em alto relevo: “Escola”, “21 de//S::S::C::H:://1933” e “Setembro”. À frente do prédio, perfilam-se em quatro linhas meninos, meninas e adultos: na primeira linha, um menino e dezessete meninas; na segunda, uma menina e dezessete meninos; na terceira, treze meninos; na quarta, três homens, duas mulheres e um homem. Há, à esquerda, um menino não alinhado. Sobre a foto, no papelão, lê-se em nanquim já oxidado: “Nova fachada do predio da Escola 21 de Setembro”. No canto inferior direito, a lápis, lê-se: “34” circundado.
Em uma sala de aula, sentadas de costas meninas (concentradas à esquerda) e meninos (à direita), e por isso algumas crianças se voltam para o fotógrafo – aparentam ter entre oito e onze anos. À frente da turma, quatro homens compõem a mesa: o primeiro e os dois últimos trajam terno branco e o segundo terno cinza e gravata. À esquerda, em pé, oito homens, os quatro primeiros trajam terno branco e gravata, os outros cinza e gravata; à direita, solitário, um homem, em pé, trajando terno cinza e gravata. Da sala, veem-se três portas: uma à esquerda totalmente aberta; duas no fundo, semi ou meio aberta. E, ladeando a porta da esquerda, encontram-se pendurados quatro quadros, dois a dois, um sobre o outro, com os bustos dos presidentes da República, dos quais são visíveis, mais à esquerda, Floriano Peixoto, acima, e Prudente de Morais, Campos Sales e Rodrigues Alves. Entre as duas portas ao fundo, o retrato emoldurado e protegido por um vidro com reflexo do presidente Getúlio Vargas que se encontra pendurado acima da bandeira do Brasil aberta e pregada na parede. Na porta do fundo da esquerda vê-se uma folha de calendário com o número “19”, indicando a data de aniversário de Vargas. Na superfície, principalmente nas partes brancas, há uma mancha que se assemelha à ferrugem causada provavelmente por fungo. Acima da fotografia, sobre o papelão, lê-se a tinta já oxidada: “Escola ‘21 de Setembro’”; e, do mesmo modo, abaixo: “19 - 4 - 1941 // Sessão Civica em comemoração do aniversario do // eminente Presidente da Republica Dr. Getulio Vargas”.
Canteiro das obras de ponte em concreto armado.
Canteiro das obras de ponte em concreto armado, à esquerda; esquerdo-centro, vagões de materiais de construção.
Ao longe, treze operários dispersos em linha; Mais atrás, um comboio de veículos e a poeira da estrada de chão. Ao fundo, silhueta da montanha da esquerda até o centro.
Estrada de Ferro Corumbá-Santa Cruz de La Sierra.
Em primeiro plano, tronco de árvore cortada quase rente ao solo. Ao longe, após uma linha de terra marcada, homens dispersos no horizonte, próximos a um comboio de veículos que erguem a poeira da estrada de chão.
Em uma área aberta para mineração, vê-se, à esquerda, morro abaixo, um casebre de madeira. Morro acima, troncos e o resto de vegetação na parte mais elevada. Ao centro, tendo barranco e uma estrutura de arrimo à esquerda e uma estrada improvisada, veem-se dois homens, um mais próximo de camisa branca, calças claras e chapéu roto e o outro mais distante de roupas escuras – ambos olham para baixo. Passando pela estrada, à beira da parte escavada, dois homens puxam uma carroça carregada de cascalho.
Cavalo escuro sendo seguro, à esquerda, pelo arreio por um peão pantaneiro vestido a caráter de chapéu e perneira de couro até a cintura, porém, descalço.
Boi sendo seguro, à direita, por corda amarrada a enormes chifres por um peão pantaneiro vestido a caráter de chapéu e perneira de couro até a cintura, porém, descalço. Ao lado esquerdo, uma métrica vertical.
Cavalo branco sendo seguro, à esquerda, pelo arreio por um peão pantaneiro de quem aparece apenas o braço esquerdo e parte de sua perna protegida por uma perneira de couro.
Cavalo vermelho sem sela utilizado nos trabalhos no Pantanal. À esquerda, segurando o animal pelo arreio, um peão pantaneiro vestido a caráter de chapéu e perneira de couro até os joelhos, porém, descalço.
Dos fundos de uma casa feita com troncos e telhado de amianto, atrás de uma espécie de palmeira, perfilam-se nove cavalheiros vestidos para montaria divididos em dois grupos: o primeiro, à esquerda da palmeira, formado por quatro cavalheiros e seus cavalos e acompanhados por um menino que posa à frente do segundo cavalo; o segundo, à direita, formado pelos cinco restantes. À direita, sentadas em um imenso paralelepípedo à sombra de frondosa árvore, duas senhoras e, entre elas, uma criança. Pouco mais à frente e na mesma linha, três cães deitam-se despreocupadamente no chão. Na parte inferior, escrito sobre o negativo, lê-se: “Fasenda Piuva. Creador José Monaco.”
Em uma varanda de mureta de tronco de madeira e telhado de amianto, observam-se quatro celas sobre a mureta distribuídas equanimemente à esquerda e à direita da porta de entrada, em cuja soleira encontra-se uma menina de vestido. Na varanda, uma mulher apoiada sobre a cela da direita observa a cena à frente, e de dentro da casa, um homem observa tudo da janela. À frente da casa, mas sob a sombra da varanda, um peão a caráter observa encostado na mureta; há um homem no canto da varanda manipulando algum objeto. Sob o Sol, dois peões, também a caráter, manejam nove cavalos disciplinarmente emparelhados, pastando alguns. Mais ao fundo, segue em direção à casa e montado um outro peão, junto do qual passa um pequeno rebanho de ovelhas. Na parte inferior, escrito sobre o negativo, lê-se: “Fasenda Piuva. Creador José Monaco.”
Em um curral, é possível contar sente bois reprodutores. Na parte inferior da fotografia, escrito a mão sobre o negativo, lê-se: “Fasenda Piuva. Creador José Monaco.”
Quatro peões tentam mandar um boi [touro?] para o curral.
Vista das margens de um rio tirada a distância e que se tem, em primeiro plano, à esquerda, parte de uma cerca que adentra as águas, um cavaleiro e sua montaria, e, à direita, a boca de um curso d’água. Em segundo plano, subindo as margens, temos, à esquerda, algumas palmeiras ofuscadas por um raio de Sol; ao centro, uma frondosa mangueira sob a qual se ergue uma cerca de madeira e, mais à direita e atrás, uma cobertura de telhado de palha. À direita, mais ao fundo, quase encoberta por duas palmeiras, uma casa de madeira e telhado de palha.
Dois tanques utilizados para salgar couros. Ao fundo, em um corredor, um carrinho através do qual os couros são trazidos. À direita, monte de sal.
Em primeiro plano, centenas de varais de troncos; ao fundo, [os armazéns ou matadouros].
Atrás de conjuntos de varais para secagem do charque, à esquerda, um prédio com portas em arco e telhado em quatro águas, tendo ao fundo um píer; à direita, um galpão.
De dentro de um curral, vista do corredor e do brete.
Píer de concreto com estrada de ferro, em primeiro plano; ao fundo, o rio Paraguai e a outra margem.
À esquerda, construção com telhado de quatro águas e duas portas centrais ladeadas por duas janelas, do lado direito do prédio, um homem vestido de branco e chapéu; à esquerda, outra construção com telhado de duas águas, uma janela e três portas. Sobre a janela, lê-se: “ESCRIPTORIO”; e sobre as duas últimas portas, “ARMAZEM”. Ao fundo, à esquerda, uma construção de parede de madeira; ao centro, dois casebres de madeira e telhado de palha; à esquerda, uma construção de madeira e também telhado de palha. Entre as duas construções principais, um equino e dois bovinos.
Casa de construção básica e telhado em quatro águas, apresentando, em sua fachada, em equilíbrio, duas janelas (nas laterais) e duas portas (mais ao centro). À porta da direita, um homem em roupas brancas e chapéu posa olhando diretamente para o fotógrafo, do mesmo modo, à janela da direita, escorado sobre o batente, outro homem que, do mesmo modo, olha para o fotógrafo.
Em galpão amplo, iluminado por lâmpadas bubônicas, à esquerda, um carrinho em trilho, em segundo plano, dois homens conversam, estando um deles apoiado na pilastra; à direita três torneiras com seus respectivo baldes e um barril. Ao fundo, duas portas e porta dando para fora.
Vista, a partir do rio Paraguai, de todo complexo da Charqueada “Barrinhos”, tendo ao fundo, a silhueta de um morro.
A partir de um ponto mais elevado, em primeiro plano, parte do telhado; em segundo plano, a moenda; cercando as duas construções: árvores, entre elas palmeiras imperiais; mais ao fundo bananeiras; mais atrás canaviais; mais atrás, à esquerda, silhuetas de montanhas. No canto inferior direito, sobre o filme, lê-se “Foto// J. Siqueira. // Corumbá.”
Canavial. No canto inferior direito, sobre o filme, lê-se “Foto // J. Siqueira. // Corumbá.”
Bananeiras com pencas em amadurecimento. No canto inferior direito, sobre o filme, lê-se “Foto // J. Siqueira. // Corumbá.”
Atrás de uma árvore e após um aceiro, vê-se um milharal. Ao fundo, a mata e, mais atrás, a silhueta das montanhas.
Em meio a canteiros, tendo em primeiro plano, à direita, um tambor com uma muda, cinco homens se alinham: os dois primeiros de ternos brancos, gravatas e calças brancas, um com as mãos para trás e o outro com as mãos na cintura; o terceiro, trajando botas de cano alto, calças brancas com bombachas, terno branco, gravata e chapéu, segura uma muda do que seria uma laranjeira; ao lado deste, com as mãos para trás, outro homem trajando calças claras com suspensórios e camisa branca. Mais ao fundo, um sexto homem apenas observa a cena e, do mesmo modo, tem as mãos para trás e os mesmos trajes que o anterior. Atrás destes, estufas rasteiras e laranjeiras adultas.
Três homens de terno e gravata à beira de uma cerca e da estrada posam para a fotografia. O do meio veste terno branco e segura um paletó cinza nos braços, os outros dois terno cinza. De um lado a outro da estrada, estão canaviais. À esquerda, escrito provavelmente sobre o filme, lê-se em braço: “Foto// J. Siqueira”.
Três tomateiros, sendo dois deles (o primeiro e o segundo) seguros por dois homens cujas cabeças foram cortadas. Na parte inferior esquerda, sobre o filme, lê-se “Foto// J. Siqueira. // Corumbá.”
Em primeiro plano, e entre outras culturas como mamoeiros e tangerineira [?], tomateiros. No fundo, silhueta do Morro das Trombas dos Macacos. No canto inferior direito, sobre o filme, lê-se “Foto J. Siqueira. // Corumbá.”
Em um campo aberto, à esquerda e à direita choupanas, a primeira circular e a outra, retangular em duas águas. Entre uma e outra, quatro homens, sendo um deles em uniforme militar e o outro encostado à beira da segunda choupana. Também, galinhas/galos pastam. Mais ao fundo, um bovino de chifres grandes e, atrás de uma cerca, nas fraudas de uma serra, três outros bovinos. Na parte inferior direita, sobre o filme, lê-se “Foto// J. Siqueira.”
Em primeiro plano, fileiras de mamoeiros; em segundo, de tangerineiras. Ao fundo, o Moro das Trombas dos Macacos.
E primeiro plano, canteiro de tomateiros e canteiro de pés de cebolas, em segundo. Mais ao fundo, árvores, à esquerda, e bananeiras, à direita. Mais ao fundo, a mata. À direita, canto inferior, feito sobre ao filme, lê-se “Foto J. Siqueira// Corumbá.”
À esquerda, um canteiro de bananeiras, seguido, à direita, canteiro de cana-de-açúcar. Ao fundo, a silhueta do Morro das Trombas dos Macacos. No canto inferior direito, sobre o filme, lê-se “Foto // J. Siqueira. // Corumbá.”
Em primeiro plano, à esquerda, um mamoeiro; em segundo, hortaliças variadas. À direita, tangerineiras; ao fundo, bananeiras, depois, a mata, então, a silhueta da montanha. Sobre o negativo, à direita, lê-se: “Foto// J. Siqueira// Corumbá”.
Em primeiro plano, um mamoeiro; em segundo, hortaliças variadas. Ao fundo, bananeiras e a mata.
Homem de calças e camisa brancas se apoia, em dois cachos de bananas (Musa sp.), cada um de um lado. Na parte inferior, ao centro, sobre o filme, lê-se: “Foto J. Siqueira// Corumbá.”
Entre duas bananeiras, à esquerda, um militar com uniforme de guerra segurando um cacho de bananas, e, à direita, um homem de calças e camisa brancas se apoia, em dois cachos de bananas, cada um de um lado. Na parte inferior, ao centro, sobre o filme, lê-se: “Foto J. Siqueira// Corumbá.”
Em close, um abacaxizeiro. Abaixo, sobre o filme, lê-se: “Foto J. Siqueira// Corumbá.”
Em close, um abacaxi.
Em primeiro plano, e delimitado por taquaras partidas e fincadas ao solo, canteiro de abacaxis. Ao fundo, mata e perfil montanhoso do Morro das Trombas dos Macacos. Na parte inferior mais à esquerda, sobre o filme, lê-se “Foto// J. Siqueira. // Corumbá.”
Em primeiro plano, e delimitado por taquaras partidas e fincadas ao solo, canteiro de abacaxis. Ao fundo, mata.
Vista de diferentes canteiros, ressaltando-se as bananeiras, ao fundo, antes da mata. À esquerda, uma choupana coberta de palha. Ao fundo, uma montanha: o Morro das Trombas dos Macacos.
Videira em pérgula em meio a mamoeiros e outras culturas frutíferas. À esquerda, na parte inferior, lê-se: "Foto J. Siqueira // Corumbá".
Em meio a canteiros plantados, no centro da fotografia, um homem posa segurando uma enxada. Ao fundo, bananeiras (Musa sp.) e outras árvores frutíferas. Na parte inferior, à esquerda, sobre o filme, lê-se: “Foto// J. Siqueira// Corumbá.”
Em uma mata derrubada, vislumbram-se mudas de cafeeiros. No canto inferior direito, sobre o filme, lê-se “Foto // J. Siqueira. // Corumbá.”